terça-feira, 4 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
“deixa eu te dar um toque” “Clareou, Bate!”
Olha o ponta-pé inicial
Abre pra subir o lateral
Corre, vai buscar linha de fundo
Faz o cruzamento no segundo
Pau pra toda obra cobra a falta
Se liga na sobra, é bola alta
Abre pra subir o lateral
Corre, vai buscar linha de fundo
Faz o cruzamento no segundo
Pau pra toda obra cobra a falta
Se liga na sobra, é bola alta
Se manda, avança
Ponta de lança
Vai com tudo, faz a finta
Manda o canudo, tirando tinta
Ponta de lança
Vai com tudo, faz a finta
Manda o canudo, tirando tinta
Não quero nem saber de empate
Clareou bate, clareou bate!
Clareou bate, clareou bate!
Agora marca, aperta, cola
Vai que nem raposa atrás do coelho
Mas não vai entrar de sola
Que tu leva um vermelho
Valeu, goleiro, linda defesa
Sai com o zagueiro,levou beleza
Velocidade do pensamento
Habilidade pro lançamento
Vai que nem raposa atrás do coelho
Mas não vai entrar de sola
Que tu leva um vermelho
Valeu, goleiro, linda defesa
Sai com o zagueiro,levou beleza
Velocidade do pensamento
Habilidade pro lançamento
Não quero nem saber de empate
Clareou bate, clareou bate!
Clareou bate, clareou bate!
Aldo Medeiros
Valeu, irmão!!! Toque de mestre!!!
(... ) Penetra surdamente no reino das palavras...
(... ) Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
(...)
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
Trouxeste a chave?
(...)
(pequeno trecho de Carlos Drummond de Andrade do poema Procura da Poesia)
domingo, 2 de outubro de 2011
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